Li-Fi promete ser uma revolução na transferencia de dados

Você já deve estar acostumado com o Wi-Fi, a tecnologia de conecção sem fio, mas sabia que uma outra ideia vem ganhando força e pode ser ainda mais vantajosa? É com o Li-Fi, sistemas de comunicação com luz.

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6 meses atrás
Li-Fi promete ser uma revolução na transferencia de dados

Usando luz LED’s para transmitir comunicações em alta velocidade, de forma similar como acontece no Wi-Fi. Li-Fi é uma tecnologia que pode servir de base à internet das coisas, onde tudo o que é eletrônico permanece conectado à internet, sendo que as luzes dos LED’s serão os pontos de acesso.

Sistema de Comunicação por Luz Visível padrão.
Sistema de Comunicação por Luz Visível padrão.

A ideia apesar de revolucionária, não é nova, Alexander Graham Bell, apesar de ser mundialmente conhecido pela invenção do telefone, foi também quem demonstrou o primeiro sistema VLC (visible light communication) através de sua outra invenção, o Photophone. Em 3 de junho de 1880 foi transmitida a primeira mensagem telefônica sem fio através do aparelho, que permitia a transmissão de som através de um feixe de luz.

Conheça a tecnologia Li-Fi

Uma nova forma de transferência de dados utilizando luz está em testes na Alemanha. Apelidado de Li-Fi (uma mistura das palavras LED e Wi-Fi), o sistema é considerado mais seguro, porque a transmissão de informações fica limitada ao ambiente onde está instalada a tecnologia.

Caso haja alguma limitação do contato visual entre as fontes, o processo é interrompido. O que à princípio é uma vantagem do ponto de vista da privacidade também pode ser um problema, como você confere no próximo Futurando.

Também utilizando luz, cientistas da Universidade de Saarbrücken, na Alemanha, querem mudar a forma como se faz cinema. Se depender deles, as câmeras usadas atualmente para gravar filmes estão com os dias contados. Está em testes uma câmera de campo de luz. A técnica revolucionária permite, por exemplo, que movimentos de câmera sejam adicionados na pós-produção. O Futurando explica como e mostra o que falta para a técnica ser usada em grande escala.

Quando se fala em tecnologia, o que poucos anos atrás era uma grande novidade, hoje já é considerado algo da “Idade da Pedra” digital. É o caso dos disquetes. Antes parte do nosso dia a dia, atualmente eles repousam escondidos no fundo de gavetas. Mas, se há alguém que pode recuperar os dados contidos nesses dispositivos e julgados perdidos é o especialista Reto Bösch. Com a ajuda de ítens do acervo de um museu da Suíça ele traz à vida informações há muito tempo inacessíveis.

O próximo Futurando traz ainda o exemplo de Copenhague, que prova que praticamente todo o lugar pode se tornar atrativo e acumular mais de uma função. Na capital dinamarquesa, sustentabilidade e diversão andam juntas: foi criada uma pista de esqui sobre uma usina de gerenciamento de resíduos e recuperação de energia, na zona portuária da cidade. O espaço oferece aventura e, ao mesmo tempo, um ambiente para relaxar ao ar livre e confraternizar.

A Holanda também está preocupada com o destino do lixo. Uma startup do país desenvolveu uma barreira de bolhas de ar capaz de interceptar resíduos das águas antes que eles cheguem ao oceano. Ela já está em uso em Amsterdã e funciona, inclusive, para captar minúsculos pedaços de plástico de um milímetro. E isso sem prejudicar o deslocamento dos peixes e o tráfego de barcos.

*Com informações da Agência Brasil e Wiki.

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